A vereadora Carla Stefanini (PMDB), presidente da Comissão Municipal da Educação, vai apresentar na sessão de hoje ou amanhã levantamento preparado por servidores da Superintendência de Abastecimento Alimentar (Suali), setor da prefeitura de Campo Grande, que relata a descoberta de alimentos supostamente estragados em duas escolas municipais.
Juntos, os colégios distribuem refeições a ao menos 1.200 alunos de segunda-feira a sexta-feira.
De acordo com o relatório, em abril passado espécies de larvas foram achadas no arroz servido aos alunos da escola municipal Iracema Maria Vicente, no bairro Rita Vieira, onde o ensino é integral, isto é, aulas das 7h às 16h.
Os insetos foram descobertos pelos próprios estudantes. Ainda assim, o arroz não teria sido tirado do estoque da cozinha.
Também em abril, segundo o relatório, os fiscais da Suali descobriram uma carga de carne “esverdeada” na escola Ana Lúcia de Oliveira Batista, no bairro Paulo Coelho Machado, que também oferta ensino integral.
As duas escolas são frequentadas por cerca de 600 alunos cada uma. A carne em questão, segundo o levantamento, foi retirada do estoque, mas até agora a análise sobre o alimento não foi divulgada, embora os fiscais tenham denunciado o caso quase dois meses atrás. Ainda em abril, na escola Ana Lúcia, servidores do Suali acharam insetos em pacotes de feijão.
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