A CPI do Calote admitiu usar força policial para busca e apreensão de documentos que faltam ser entregues pelo prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). A maioria dos documentos encaminhada para comissão estava incompleta. Os dados mostravam o valor do gasto com os contratados, mas faltavam a execução de pagamento das despesas. O relator da CPI, vereador Elizeu Dionizio (PSL), defende o afastamento dos secretários responsáveis pela sonegação de informações.
No dia seguinte da última reunião da CPI, realizada na segunda-feira (1º), o secretário de Administração, Ricardo Ballock, enviou ofício à CPI do Calote justificando que alguns documentos referentes à execução de pagamento de contratos com servidores não serão entregues. A alegação é que algumas empresas estão “com pregões em andamento”.
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