Foram seis meses “aos trancos e barrancos” nos Centros de Educação Infantil (Ceinfs) e escolas da rede municipal de ensino. Faltou merenda, gás, gente para fazer a comida das crianças, produtos para a limpeza e uniformes. Os material escolar está terminando de chegar às mãos dos estudantes dos colégios mantidos pela prefeitura nesta última semana de aulas.
No fim do primeiro semestre letivo nas escolas, pais, alunos e funcionários esperam que o sufoco acabe de uma vez por todas na segunda metade do ano.
A falta de alimentos e de variedade no cardápio foi o problema que mais revoltou pais e funcionários do Ceinfs e escolas. No início do ano, “vaquinhas” feita entre os trabalhadores para a compra de frutas, legumes e verduras foram frequentes.
“A merenda estava bem restrita no início do ano. A gente ficou sabendo que até as professoras e diretora se juntaram para comprar algumas coisas. Mas agora voltou ao normal” , afirma Claudia Regina, 30 anos, mãe de aluno da Escola Municipal Irmã Irma Zorzi, na região do Santo Antônio.
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