A falta de sinalização, os diversos pedidos para a instalação de quebra-molas e redutores de velocidade negados e a manutenção dos semáforos deixando a desejar motivou a convocação da diretora-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito, Kátia Maria Moraes Castilho a prestar esclarecimentos à Câmara Municipal de Campo Grande. O pedido é do vereador Edson Shimabukuro (PTB), da Comissão de Transporte e Trânsito da Casa de Leis.
Há algumas semanas, vários semáforos da cidade pararam de funcionar. Alguns passaram horas outros até dois dias para serem consertados. Na Avenida Calógeras, a uma quadra do Cemitério Santo Amaro, o semáforo ficou no alerta no sábado e domingo da semana retrasada. “Meio complicado. A gente ouviu bastante freada de carro que queria evitar batida”, conta o vendedor de loja situada próximo ao cruzamento, Josildo Anotti, 50 anos.
O mesmo aconteceu com o semáforo da Rua Rio Grande do Sul com a Rua 15 de Novembro. O sinaleiro passou a quarta e a quinta-feira da semana passada, dias 3 e 4, sem funcionar.
“Esse cruzamento sempre tinha batida, melhorou depois do semáforo”, contou a corretora de imóveis Luciana Mascarello, 41 anos, preocupada com o fato de não terem aparecido agentes de trânsito para orientar motoristas e evitar acidentes.
Na Rua João Pedro de Souza, o semáforo passou a tarde toda de segunda-feira somente no alerta. Ontem pela manhã, na 13 de Junho com a Avenida Afonso Pena, o semáforo ficou pelo menos um hora sem funcionar.
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