As unidades de conservação do Pantanal, incluindo o Parque Nacional, preparam-se para o período mais crítico do ano, a partir de agosto, quando ocorrem milhares de incêndios florestais, a maioria em locais desabitados, conforma reportagem de hoje (23) do jornal Correio do Estado.
Depois da destruição de 25 mil hectares pelo fogo, em 2009, as RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural) hoje tem sua brigada e atuam de forma preventiva o ano todo.
O Parque Nacional e as RPPNs montaram suas brigadas, aproveitando a mão de obra local (os ribeirinhos, que conhecem a região), e criaram uma rede de proteção e conservação da Serra do Amolar, onde se forma um mosaico de áreas protegidas de 280 mil hectares. A rede – gestão compartilhada única no País – tem o apoio da Polícia Militar Ambiental e dos fazendeiros e age preventivamente. A reportagem é de Sílvio Andrade, de Corumbá.