A manifestante do Movimento Popular pelo Passe Livre que intimidou a repórter Thalyta Andrade, do Diário MS, durante cobertura da ocupação da Câmara de Dourados, deve ser condenada a prestação de serviços comunitários ou pagamento de cestas básicas. Essa é a avaliação da delegada titular do 2º Distrito Policial, Magali Leite Cordeiro, que ouviu na manhã de ontem a acusada, uma jovem que se apresentou como cientista social.
Segundo a delegada, a manifestante se apresentou à polícia espontaneamente e prestou depoimento aparentando estar arrependida. Ela teria dado uma versão igual a da jornalista, o que comprova a agressão, conforme Magali.
De acordo com a jornalista, a manifestante lhe arrancou à força uma folha de seu bloco de anotações sob a alegação de que não queria ter suas falas publicadas. Isso aconteceu, ainda segundo Thalyta, no momento em que deixava o Palácio Jaguaribe, sede do Legislativo, em direção ao carro de reportagem, na segunda-feira. Outras três integrantes do movimento acompanharam a acusada e cercaram a vítima.
(Com informações do Diário MS)