Com o desenrolar das investigações em torno da execução do delegado aposentado Paulo Magalhães, ocorrida em junho último, em Campo Grande, a polícia trouxe para dentro do inquérito a informação de que o guarda municipal e segurança de um estabelecimento de saúde José Moreira Freires e o também segurança da mesma empresa Antônio Benites Cristaldo, que estão presos temporariamente, acusados de serem os executores do crime, também foram citados como suspeitos da morte de Andrey Galileu Cunha, em 23 de fevereiro do ano passado. Este crime aconteceu na Rua Rio Grande do Sul, entre as ruas da Paz e Alagoas, no Jardim dos Estados, ao lado de de uma escola. A reportagem está na edição de hoje (04) do jornal Correio do Estado.
Andrey, que chegou a ser preso, acusado de envolvimento com a máfia da jogatina (caça-níqueis), tinha 31 anos e morreu com um tiro na nuca. Pedro Lauro de Castro Gonçalves, que estava com Andrey em um Fiat Siena, saiu ferido. Dois homens em uma motocicleta cometeram o crime, em que o garupa encarregou-se dos disparos. Até hoje o caso não está esclarecido, apesar de alguns suspeitos terem sido presos .
Segundo a reportagem de Thiago Gomes, na apuração da morte de Paulo Magalhães, a tiros de pistola, na Rua Alagoas, também no Jardim dos Estados e perto de uma escola, a polícia trabalha com a tese de que José Moreira Freires é quem o teria executado, estando sobre uma moto pilotada por Rafael Leonardo dos Santos e tendo Antônio Benites Cristaldo como apoiador e encarregado do monitoramento da área do crime, num Fiat Pálio preto.