Reportagem na edição de hoje (28) do jornal Correio do Estado mostra que o trabalho de povoamento dos 24 tanques do Aquário do Pantanal deverá levar seis meses para ser concluído, exigindo sofisticado esquema logístico que inclui doação ou aquisição de espécimes de cativeiro, trabalho de captura diretamente nos rios e transporte dos exemplares em caminhões com tanques até o espaço do empreendimento, que está sendo construído no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.
De acordo com o superintendente de Ciência e Tecnologia da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Semact), Felipe Augusto Dias, a expectativa é que esse trabalho seja iniciado no ano que vem, tão logo houver espaço disponível no empreendimento para trazer, por etapas, as primeiras espécies, provenientes das bacias hidrográficas dos rios Paraná e Paraguai.
“Num primeiro momento, vamos aproveitar espécies que já são reproduzidas em cativeiro, como por exemplo o pintado e o pacu. Aquelas em que não for possível comprar ou conseguir doação de criadores autorizados terão que ser capturadas na natureza, com autorização dos órgãos ambientais e terão que passar por quarentena, até fazermos a ambientação delas”, explicou. A reportagem é de Daniella Arruda.