O promotor de Justiça Humberto Lapa Ferri, que atua no processo que apura a execução do delegado aposentado Paulo Magalhães, ocorrida em 25 de junho deste ano, na Capital, decidiu pedir o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no procedimento. A medida foi tomada diante de indícios de que o crime tenha sido uma encomenda do crime organizado, principalmente, o jogo do bicho. A reportagem está na edição de hoje (22) do jornal Correio do Estado.
Ontem, na primeira audiência para oitiva de testemunhas, o promotor Marcos Roberto Dietz, que atua no Gaeco, já esteve presente para acompanhar o conteúdo dos depoimentos.
No local, o quadro era de testemunhas com medo, algumas, inclusive, sem comparecer à audiência por receio de represálias. Vinte testemunhas de acusação foram arroladas pelo Ministério Público, mas apenas 17 compareceram ao fórum.
José Moreira Freires, 40, guarda municipal, e Antônio Benites Cristaldo, 37, segurança particular, acusados da morte do delegado, foram retirados da sala para depoimento de várias testemunhas, que declararam temer os réus. A reportagem é de Thiago Gomes e Michelle Rossi.