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DEMANDA

Novos conjuntos pouco reduzem déficit habitacional

Novos conjuntos pouco reduzem déficit habitacional

Redação

23/11/2013 - 00h00
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Desde o ano passado, o Poder Público está investindo mais de R$ 160,3 milhões na construção de casas populares em Campo Grande. Esse montante é para garantir novas 2.579 residências, que não representam nem 8% do déficit habitacional da cidade, que, até o ano passado, girava em torno de 35 mil, segundo estudo da Fundação João Pinheiro (FJP), de Minas Gerais, segundo reportagem na edição de hoje (23) do jornal Correio do Estado.

Para se ter uma ideia da gravidade da situação, há dezenas de áreas invadidas em diversas regiões da capital. Em frente ao lixão, são quase mil famílias. No Jardim das Hortências, são mais 300. Isso sem contar aqueles que estão inscritos na Empresa Municipal de Habitação (Emha), mas moram de aluguel ou com parentes e não têm garantia nenhuma de que serão contemplados com alguma moradia.

Dois conjuntos habitacionais em andamento e para onde irão 313 famílias que moram na favela Portelinha, no bairro Morada Verde e em área vulnerável no Taquaral Bosque, são Ary Abussaf e Gregório Corrêa (Goinha). A reportagem é de Lucia Morel.

Oportunidade de Emprego

Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande

Inscrições gratuitas começam na segunda-feira (9); seleção exige formação em Magistério ou Normal Médio e será feita por análise de títulos.

06/11/2026 19h32

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9).

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9). Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

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Previdência Social

INSS muda auxílio-doença e dá 10 dias para nova análise em MS

Nova regra já está em vigor e permite que segurados que tiveram o benefício negado pela análise de documentos apresentem novos laudos antes de recorrer

06/11/2026 18h31

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias.

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil

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