A FAA (Federal Aviation Administration), agência que regula a aviação civil nos Estados Unidos, publicou no dia 5 de março uma espécie de norma de voo para os Boeing 777, o mesmo que desapareceu na Malásia. Nela, havia o alerta sobre os riscos de corrosão ou rachaduras na fuselagem e que poderia levar a sérias falhas estruturais nas aeronaves.
Na regra que valerá a partir do dia 9 de abril, a FAA determinou que houvesse uma revisão e determinadas inspeções em todas as aeronaves Boeing 777, principalmente na área próxima da adaptação da antena de comunicação via satélite (SATCOM). Ela também pediu que qualquer defeito ou sinal de corrosão na fuselagem fosse corrigido imediatamente.
De acordo com especialistas, uma possibilidade de uma descompressão interna, sem que os passageiros e a tripulação percebessem, e que acabaria quebrando a aeronave, não pode ser descartada.