O comprometimento da Receita Corrente Líquida de Campo Grande deve inviabilizar um reajuste salarial superior a inflação do período - que deve fechar em 6,2% - para os 20 mil servidores públicos municipal, segundo o jornal Correio do Estado.
Próximo a atingir o máximo de comprometimento da receita, a Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle (Seplanfic) já alerta que não será possível ultrapassar este teto, por questões legais previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Conforme a publicação, como a data-base do funcionalismo público é maio, as negociações entre representantes de categorias e o município já começou. Por enquanto, o secretário-adjunto da Seplanfic, Ivan Jorge Cordeiro de Souza, reuniu-se com algumas categorias do funcionalismo público para ouvir os pleitos de cada uma delas.
A previsão é que, durante o feriado prolongado, as equipes da Seplanfic avaliem o impacto de todas as reivindicações feitas pelas categorias na folha de pagamento do município. A partir da semana que vem, devem começar as rodadas de negociação. Por último, cabe ao prefeito bater o martelo e definir o índice de reajuste de toda a categoria. A reportagem é de Patrícia Belarmino.