Com uma média de 45 mil chamadas mensais, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completa nove anos de funcionamento em Campo Grande com o desafio de dobrar a frota de ambulâncias em circulação e sair do sucateamento físico e administrativo, agravado por falhas de gestão, de acordo com reportagem na edição desta sexta-feira 925) do jornal Correio do Estado. A avaliação foi feita ontem pelo coordenador do serviço, José Eduardo Cury, durante solenidade de aniversário do Samu na Capital, que teve também a presença do prefeito Gilmar Olarte (PP).
Atualmente com nove ambulâncias — sete de suporte básico e duas de suporte avançado — para atender uma população estimada em 832,5 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não raro o Samu termina o dia de serviço com metade dessa frota, por causa de problemas mecânicos e do estado de sucateamento das viaturas. A reportagem é de Daniella Arruda e Jéssica Benitez.