Com a prisão de uma pessoa, a qual seria funcionário da empresa que forneceu, ilegalmente, as placas de identificação colocadas no veículo do empresário Erlon Peterson Bernal, 32, assassinado por assaltantes no início do mês, em Campo Grande, a delegada Maria de Lourdes Cano, da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos, encerra hoje a apuração da emissão ilegal de placas de veículos. O funcionário da empresa é quem teria repassado para os criminosos a peça.
Como consequência, a empresa teve suas atividades suspensas pelo Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran). A portaria com a decisão foi publicada ontem, no Diário Oficial do Estado. A medida tem caráter preventivo.
Após o empresário ter sido morto, os assaltantes pintaram o Golf dele, trocando a cor prata por branca. Igualmente, as placas foram trocadas de HTJ-7457 para NR-0011, originais. A empresa deveria fabricar e entregar placas somente com autorização do Detran.