Com um salário-base de R$ 2,8 mil, a Prefeitura de Campo Grande enfrenta dificuldades para preencher o quadro de médicos da Secretaria Municipal de Saúde. Das 277 vagas oferecidas, apenas 137 tiveram profissionais interessados, pouco menos da metade da necessidade da Capital, e a administração agora estuda medidas para atrair médicos. A reportagem está na edição de hoje (15) do jornal Correio do Estado.
Hoje, as maiores carências são nas especialidades de pediatria e ginecologia. Juntas, ofereceram 149 vagas, e tiveram preenchidas apenas 19 do início desta gestão até hoje, segundo dados do secretário Municipal de Saúde, Jamal Salem.
“A principal falta de profissionais é no setor de pediatria, e estamos analisando o que fazer, vamos conversar com o conselho da área para ver se há opções”, comentou o secretário.
Segundo a reportagem de Vinícius Squinelo, a pasta também analisa e deve tentar a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público Estadual (MPE) para ter condições de aumentar a proposta financeira aos médicos. O valor oferecido hoje é considerado aquém do ideal pelos profissionais.