Jairo Prado Marin e Leda Barbosa Loredo vão a júri popular hoje pelo homicídio de Ademir Gonçalves, em 26 de novembro de 2012, no Bairro Chácara Cachoeira, em Campo Grande.
Segundo a denúncia, Leda acertou a vítima no pescoço com uma enxada, enquanto Jairo, com outra enxada, atingiu a cabeça. Logo depois do crime, o primeiro réu ainda teria subtraído o celular da vítima.
Assim, eles teriam agido por motivo fútil, pois mataram Ademir em razão deste estar bêbado e incomodando. Eles também usaram de recurso que dificultou a defesa da vítima, pois o agrediram repentinamente, com superioridade numérica e armas.
O juiz titular da vara, Aluízio Pereira dos Santos, manteve as qualificadoras de motivo fútil e de recurso que dificultou a defesa e, quanto ao furto ocorrido no crime, analisou que “teria sido praticado por Jairo Prado Marin, há elementos da ocorrência, não cabendo a este Magistrado tecer qualquer juízo de valor, mas apenas deixá-lo para o Conselho de Sentença julgá-lo, ante à conexão com o delito doloso contra a vida”.