O Ministério Público Federal (MPF) já investiga o sumiço de 415 provas do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no último domingo (25). Candidatos lesados procuraram o órgão para denunciar o caso e pedem a anulação do concurso, que contou com mais de 11,4 mil inscritos em Mato Grosso do Sul e 257 mil no restante do Brasil. A reportagem está na edição de hoje 928) do jornal Correio do Estado.
No dia do exame, os candidatos que estavam no bloco E do Colégio Salesiano Dom Bosco não puderam fazer as provas, que não chegaram ao local. Depois de uma espera de quase duas horas para que a prova chegasse, os candidatos foram em busca de informações sobre a razão do atraso, e o caso acabou sem solução.
Um dos candidatos foi o tecnólogo em logística Maurílio Gomes de Jesus, 40 anos. Ele contou que as provas começariam às 14 horas. Dez minutos depois, foram informados que o transporte dos cadernos estava atrasado, mas a caminho. Conforme os concurseiros, o fiscal responsável pelo bloco informou, nesse mesmo horário, que em 20 minutos as provas seriam disponibilizadas. Esse tempo passou e, por volta das 15h40min, sem resposta da organização, os candidatos decidiram sair das salas para saber o que estava acontecendo.
Um dos candidatos foi o tecnólogo em logística Maurílio Gomes de Jesus, 40 anos. Ele contou que as provas começariam às 14 horas. Dez minutos depois, foram informados que o transporte dos cadernos estava atrasado, mas a caminho. A reportagem é de Lucia Morel.