Por um lado, o crescimento e desenvolvimento de Campo Grande, de outro, a dor de cabeça de ter de mudar de endereço após anos de vida em uma mesma casa. Essa é a situação vivida hoje em três regiões da cidade, onde 186 famílias terão de sair das suas residências para dar lugar a obras consideradas essenciais para a infraestrutura regional.
Conforme publicado na edição deste domingo (1º) do jornal Correio do Estado, a situação mais urgente ocorre na região do Córrego Bálsamo, onde 56 propriedades devem ser desapropriadas para a realização de obras de drenagem urbana e pavimentação, orçadas em R$ 32,2 milhões.
“Já tem uns anos que eles falam que a gente vai ter que sair, chegaram até a marcar o terreno para construir continuar a avenida, mas depois parou, e nunca mais vieram aqui”, comentou Pricila Souza, 31 anos, moradora de um dos terrenos prestes a ser desapropriado, próximo à Avenida Guaicurus. A reportagem é de Vinícius Squinelo.