Com lixão de Campo Grande interditado por decisão do juiz Amaury da Silva Kuklinski, da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, a concessionária Solurb, responsável pela coleta do lixo, não poderá descarregar os resíduos até que consiga fazer o transporte das chamadas áreas de transição para um novo aterro.
Os representantes da prefeitura devem se reunir hoje (2), às 10h, com os trabalhadores do lixão para buscar soluções de renda e oferecer novas possibilidades a eles.
O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, informou que irá recorrer da decisão judicial que determinou o fechamento do lixão da cidade. “A decisão judicial diz que é para fechar o lixão e criar um outro aterro sanitário, um outro espaço. Nós não temos licença ambiental para criar um outro espaço. Então o que nós vamos fazer? Vamos recorrer parcialmente da medida judicial”.