O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Três Lagoas ingressou com ação na Justiça Trabalhista pedindo a condenação da empresa Fibria MS Celulose em R$ 20 milhões. Terceirização ilícita e precarização das condições de trabalho dos empregados contratados impulsionaram a ação indenizatória. A reportagem está na edição de hoje (18) do jornal Correio do Estado.
De acordo com o MPT, as fiscalizações, sentenças judiciais, análise documental e as investigações acerca das irregularidades “comprovaram a existência de empresa de pequeno e médio porte contratadas para as atividades inerentes da Fibria”.
O MPT diz na ação que toda a atividade rural da empresa de celulose é terceirizada, “com exceção da colheita dos eucaliptos utilizados no processo de fabricação da celulose”, que é feita por trabalhadores contratados diretamente pela Fibria.
O ministério trabalhista afirma que são terceirizadas as atividades de preparo do solo, produção de mudas, medição da madeira, desgalhamento e plantio. Também foi constatado que para os empregados terceirizados não são assegurados os mesmos direitos e benefícios concedidos aos empregados contratados diretamente. A reportagem é de Celso Bejarano.