O “puxão de orelha” do prefeito Gilmar Olarte não deve ser suficiente para agilizar a implantação do Hospital Municipal da Criança em Campo Grande. O problema é a burocracia, que impede de estabelecer um prazo exato para o início dos atendimentos, que serão realizados no prédio hoje ocupado pelo Hospital Sírio Libanês. A reportagem está na edição de hoje (26) do jornal Correio do Estado.
Na terça-feira, sem citar nomes, Olarte afirmou que há pessoas fazendo “corpo mole” e impedindo a instalação do hospital. O prefeito cobrou agilidade e ainda afirmou que tem que ter total “respaldo” de documentos para não ter contestações futuras.
Porém, o projeto, orçado em cerca de R$ 20 milhões, não tem prazo para sair do papel e trava na burocracia. “O prefeito realmente pediu rapidez e agilidade em todo o processo, mas temos que seguir os trâmites legais”, informou Fábio Leandro, Procurador-Geral do Município, e responsável por todo o aval jurídico da cidade. A reportagem é de Lucia Morel e Vinícius Squinelo.