Faltando três meses para a data base de reajuste da tarifa do transporte coletivo de Campo Grande, a Prefeitura ainda não conseguiu tirar o Fundo Municipal de Investimento para Subsidiar Gratuidades, informa reportagem do jornal Correio do Estado deste domingo.
Conforme a publicação, a administração municipal confirma ter disponível apenas R$ 200 mil, que sairia do próprio cofre municipal. “Ainda estamos estudando as formas (de se pagar o fundo), mas um levantamento será realizado”, contemporizou o prefeito Gilmar Olarte, do PP, em agenda pública na manhã de ontem. Porém, o próprio progressista deixou claro que hoje não tem como tirar o fundo do papel.
Do dinheiro necessário para manter a tarifa congelada, a administração municipal garantiu que vai usar R$ 200 mil, referente à outorga paga mensalmente pelo Consórcio Guaicurus, que explora o serviço de transporte coletivo urbano na Capital. Não há atualmente outras fontes de recursos.
A matéria de Vinícius Squinelo mostra que, segundo os cálculos da administração municipal, são necessários R$ 9,9 milhões neste ano para, ao mesmo tempo, manter as gratuidades e ainda congelar a tarifa do transporte coletivo urbano da cidade.