Cidades

HOSPITAL DO CÂNCER

Contrato de presa ao cobrar propina estava vencido

Contrato de presa ao cobrar propina estava vencido

Redação

09/07/2014 - 00h00
Notícia sem imagem

Quando veio ao Hospital de Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande, para tentar receber R$ 100 mil de propina, Roberlayne Patricia Alves, 28 anos, não era mais funcionária terceirizada do Ministério da Saúde, segundo reportagem na edição de hoje (09) do jornal Correio do Estado. Ela prestava serviço ao ministério por meio de um contrato com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), entidade pela qual era contratada.

O contrato de trabalho de Roberlayne com a Opas venceu no dia 30 de maio e estava em processo de renovação, conforme apurou a reportagem. Quando foi presa, no dia 16 de junho, em Campo Grande, a então funcionária terceirizada do Ministério da Saúde ainda não havia assinado um novo contrato. Com a prisão, o desligamento foi automático.

Conforme reportagem de Celso Bejarano, na época, o Ministério da Saúde chegou a anunciar, em nota oficial, que a funcionária havia sido demitida do quadro de colaboradores da pasta e uma sindicância aberta para apurar os atos cometidos por Roberlayne.

Oportunidade de Emprego

Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande

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06/11/2026 19h32

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Previdência Social

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06/11/2026 18h31

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Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil

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