Após a derrota do Brasil para a Alemanha, a presidente Dilma Rousseff anunciou que promoveria a renovação do futebol brasileiro, proposta que foi criticada por vários setores. Com o anúncio, o candidato do PSDB, Aécio Neves, alegou que Dilma queria criar a "Futebras".
Rebatendo a crítica, a presidente escreveu na sua conta do Twitter que "o Brasil não quer criar a Futebras. Quer, sim, acabar com a Futebrax e deixar de ser um mero exportador de talentos".
Ainda defendendo suas propostas de reestruturação do esporte, Dilma acrescentou que "os que queriam transformar a Petrobras em Petrobrax, desvirtuam, agora, nossa posição de apoiar a renovação do nosso futebol".
Dilma disse ainda que o governo não quer comandar o esporte e sim modernizá-lo, ampliando oportunidades para os jogadores ficarem no país, e completou falando que o Brasil é "uma das maiores economias do mundo e podemos ser uma das maiores bilheterias do futebol".