Depois de investir ao longo dos últimos seis anos em série de obras estruturante de drenagem em Campo Grande – somente os projetos da última leva que estão em andamento ou com início previsto para este semestre somam investimentos em torno de R$ 153 milhões, entre contrapartida do município e governo federal –, a prefeitura quer aumentar o rigor na legislação para obrigar futuros, novos e antigos empreendimentos instalados na Capital a reduzir o impacto no sistema de drenagem da cidade. Entre as alterações que poderão ser acrescidas ao Plano Diretor da cidade, estão a emissão de guia de construção exclusivamente para loteamentos dotados de asfalto e a reserva de área específica do loteamento apenas para retenção de água da chuva. A reportagem está na edição de hoje (22) do jornal Correio do Estado.
A necessidade de modernização das leis foi apontada em consulta pública para a Política Municipal de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas de Campo Grande. Atualmente, a proposta final está em fase de compilação, por técnicos do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb), e ainda passará por análise dos conselhos municipais de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (CMDU e CMMA), para então ser encaminhada em forma de projeto de lei à Câmara, até agosto. A reportagem é de Daniella Arruda.