
O público será recebido na Casa Cor a partir de sábado (2).
(Fotos: Taryne Zottino)
O público será recebido a partir deste sábado (2) na Casa Cor, no prédio que dará lugar ao Novo Hospital do Câncer Alfredo Abrão (Rua Marechal Cândido Mariano Rondon, 1.053), em Campo Grande. O horário de funcionamento é das 16h às 22h, de terça-feira a domingo, incluindo feriados. O convite custa R$ 30 (inteira) ou R$ 15 (meia-entrada).
A Casa Cor abriu as portas na quinta-feira (31 de julho) para jornalistas e convidados. Um dos ambientes mais elegantes é o Estúdio do Jornalista, da arquiteta Sandra Madeira, com uma cascata na parte dos fundos. Pensado em homenagem aos 60 anos do jornal Correio do Estado, o espaço tem referências ao universo dos profissionais da notícia. "O local é para o jornalista produzir matérias, receber amigos e curtir o jardim", explicou a arquiteta.
Outro ambiente especial é o Hall Social, dos arquitetos Cátia Madella e Octavio Loureiro. Com muita cor e inspiração no pop art, o espaço tem musas como Marilyn Monroe e Audrey Hepburn expostas. O piso xadrez, a parede de poá e um belo painel de flores feito pela designer de interiores Laurita Tognini ficam para o Hospital do Câncer Alfredo Abrão.

Muito moderno, o loft do DJ Renato Ratier tem a música como ponto alto, com uma guitarra dele. A maioria dos objetos são de propriedade do DJ, de acordo com a arquiteta Gabriela Pereira.
No ambiente Sala de Leitura, a luz e a sombra são exploradas com móbiles de pássaros, afirmou a arquiteta Luciana Teixeira. Segundo ela, a proposta é uma sala sensorial, "uma sala que a pessoa vá pelo caminho do relaxamento, com música ao fundo e conforto".
Expectativa
Essa é a primeira Casa Cor com a nova gestão das jornalistas Luciane Mamoré e Dilma Bernardes e da publicitária Tatiana Ratier.
“Tivemos 20 mil na última mostra e a expectativa é superar. A mostra tem uma responsabilidade social. Vai ser linda! Com 32 ambientes amplos, 54 profissionais, área de convivência, uma livraria, um restaurante e café”, disse a jornalista Luciane Mamoré.
Parede, piso, gesso, parte elétrica e passarela para cadeirantes ficam para o hospital. A Brinquedoteca e o Estúdio da Criança foram idealizados especialmente para as crianças com câncer e também permanecem.
Estúdio foi criado para que as crianças em quimioterapia se sentissem dentro de um barco, detalhou a arquiteta Mirna Conti. Ela e Kamala Escalante utilizaram muito acrílico no ambiente e tiveram o cuidado do piso ser hospitalar.