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DOENÇA

Urbanização africana deu gás a avanço do ebola

Com 1.779 casos e 961 mortes, a atual crise já supera as anteriores somadas

Redação

10/08/2014 - 18h48
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O desenvolvimento urbano no continente africano contribuiu para amplificar a atual epidemia do vírus ebola, segundo reportagem publicada pelo jornal americano "The New York Times". Conforme a reportagem, diferentemente de surtos anteriores da doença, que aconteceram em lugares isolados, este está numa região de fronteira, que conta com estradas recém-reformadas e grande fluxo de pessoas.

Lá, muitas das viagens ainda são feitas em mototáxis e em ônibus lotados, o que facilita o contágio.
Segundo o semanário americano "The New England Journal of Medicine", o "paciente zero" da atual epidemia foi um menino de dois anos que vivia no sul da Guiné e que morreu em 6 de dezembro, perto das fronteiras com Libéria e Serra Leoa. É também o primeiro surto nessa região do continente --o que justifica, em parte, o seu despreparo.

Com 1.779 casos e 961 mortes, a atual crise já supera as anteriores somadas.
Na Libéria, foram cerca de 170 novos casos e 90 mortes apenas na semana entre 30 de julho e 6 de agosto. Lá, contrariando as orientações para evitar concentrações, centenas têm lotado as igrejas da capital, Monróvia, para pedir pelo fim dessa epidemia.

Oportunidade de Emprego

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Previdência Social

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