Sem emitir uma posição oficial, a Prefeitura de Campo Grande pode ser alvo de ação judicial, acusada de descriminação por só aceitar apresentações católicas e evangélicas na “Quinta Gospel”.
Representantes do Executivo garantem que estão “chegando a uma solução”, porém, saíram de mais uma reunião com o Ministério Público Estadual sem garantir a presença de outras denominações religiosas no calendário cultural da cidade.
Enquanto a queda de braço se prolonga, outras manifestações podem acabar questionadas, por usar dinheiro público, como a “Marcha Para Jesus”, evento tradicional que deve ocorrer na próxima terça-feira (26), na Capital.
A reportagem, de Vinícius Squinelo, está na edição de hoje (22) do jornal Correio do Estado.