O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receberá na quinta-feira (2) a visita de, pelo menos, 43 convidados estrangeiros ligados a organismos eleitorais de 20 países. Além de conhecer o edifício-sede da Corte e a capital do país, os visitantes conhecerão as peculiaridades da Justiça Eleitoral brasileira e da urna eletrônica e acompanharão, in loco, o primeiro turno das Eleições 2014, no dia 5 de outubro. O objetivo principal da iniciativa do TSE é oferecer a outros países a oportunidade de se familiarizarem com o sistema eletrônico de votação utilizado há 18 anos no Brasil e que continua despertando o interesse de todo o mundo.
Ao chegar ao TSE, eles serão recebidos pelo presidente do Tribunal, Dias Toffoli, e em seguida poderão assistir à sessão de julgamentos da Corte. Durante toda a sexta-feira (3), os convidados estrangeiros participarão de atividades em Brasília. Eles assistirão a palestras na Corte sobre o panorama político brasileiro e a organização das eleições deste ano, bem como conhecerão o Museu do Voto, que abriga a exposição “Voto no Brasil: Uma História de Exclusões e Inclusões”. O grupo ainda visitará o Senado Federal e o Supremo Tribunal Federal.
No dia da eleição (5), pela manhã, os representantes internacionais acompanharão a abertura da votação e visitarão seções eleitorais em Brasília, São Paulo e Salvador. As visitas às seções eleitorais estarão a cargo dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). No final da tarde, eles acompanharão o fechamento das urnas e o encerramento da votação e, a partir das 19h, os que estiverem em Brasília retornarão ao TSE para assistir à totalização dos votos em tempo real.
Até esta segunda-feira (29), 20 países já confirmaram a visita para acompanhar as eleições brasileiras. São eles: Angola, Argentina, Armênia, Burkina Faso, Camarões, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Guiné-Bissau, México, Panamá, Paraguai, Peru, Quênia, República Dominicana, Romênia, Rússia e Venezuela. Também participarão da iniciativa os embaixadores desses países no Brasil e representantes da OEA, do Instituto para a Democracia e Assistência Eleitoral (Idea) e do Parlamento do Sul (Parlasul).