A possibilidade de greve na rede municipal de ensino de Campo Grande preocupa pais e alunos. Todos afirmam que a paralisação só prejudica, principalmente por ser bem próximo do fim do ano letivo, faltando pouco mais de um mês para o término das aulas. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) cogita ter que refazer o calendário escolar de 2015, que já está pronto, caso a greve dure mais de dez dias.
Nenhum pai de aluno ouvido pelo Correio do Estado aprova a greve e eles afirmam que haverá prejuízo para toda a comunidade escolar, que deverá usar o período de férias para repor as aulas e realizar provas e exames necessários. Funcionária pública, Juliana Silveira, 58 anos, tem um filho de 13 anos no 8º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Bernardo Franco Baís. Para ela, a possibilidade de greve é péssima. “O ensino público já é defasado. Com a greve fica ainda mais difícil”, analisa.
A reportagem, de Lucia Morel, está na edição de hoje (5) do jornal Correio do Estado.