Uma série de questões burocráticas que envolve atraso em liberação de verbas, quebra de contrato e até pedido de rescisão do acordo firmado entre a empreiteira e a prefeitura. Assim podem ser resumidos os últimos quatro anos das obras do Centro de Belas Artes, de responsabilidade da empreiteira Mark Construções. Iniciada há 23 anos com o objetivo de se tornar o novo Terminal Rodoviário de Campo Grande, a obra já contou com investimentos que ultrapassam os R$ 28 milhões e está oficialmente com os trabalhos paralisados desde abril deste ano.
O diretor técnico da empreiteira, Gilson Molina de Oliveira nega que os atrasos da obra, que tinha primeira etapa no valor de R$ 10 milhões prevista para ser concluída em 2011, tenham relação com falta de capacidade da empresa. Segundo ele, a inércia da prefeitura, mais especificamente da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seinthra), é o fator predominante no impasse que se arrasta há décadas.
A reportagem, de Aliny Mary Dias, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.