Com as temperaturas altas, o campo-grandense vem sentindo na pele os resultados climáticos, como comprova o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que, neste mês de janeiro, já registra um aumento de 20% nos atendimentos (80 atendimentos por dia) em decorrência de mal súbito, causado pelo clima quente, em comparação com outros meses do ano.
Crianças, adultos e idosos entram na soma de pessoas que passam mal com o calor, e cada faixa etária possui uma causa específica, explicou o médico Eduardo Cury, coordenador do Samu na Capital. Para evitar que os pequenos passem mal, ele aconselha que os reponsáveis fiquem atentos à alimentação das crianças. No prato, são recomendados alimentos frescos, que possuam fácil digestão, como frutas e legumes. O motivo da caulela, segundo Cury, é que os alimentos que demoram para ser digeridos, como os industrializados, podem causar infecção alimentar - apontada como uma das ocorrências mais frequentes no atendimento de crianças. Outro problema recorrente no calor é a desidratação, que afeta todas as faixas etárias.
A reportagem, de Anny Malagolini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.