Inaugurada em novembro de 2011, a Avenida José Barbosa Rodrigues, localizada na região do Imbirussu, é mais uma do rol formado pelas novas vias da cidade que apresentam problemas pouco tempo após a conclusão dos trabalhos.
Assim como a situação da Duque de Caxias, mostrada em reportagem publicada ontem, a pavimentação da José Barbosa ainda está na garantia, ou seja, todo o trabalho de manutenção, como o fechamento de buracos, deveria ser feito pelas sete empreiteiras que receberam R$ 120 milhões para executar a obra, mas as empresas sumiram e a prefeitura, mais uma vez, se omite em fiscalizar a prestação de serviço.
A pavimentação da avenida foi parte do projeto de criar o Complexo Imbirussu-Cerradinho, que de quando foi anunciado, em 2004, até a inauguração levou mais de sete anos para ficar pronto. Além da pavimentação nos quase 5 quilômetros da avenida, as intervenções também incluíram instalações de pontes de concreto, ciclovia, iluminação e uma praça com área de convivência. Para executar o projeto, a prefeitura contou com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Fundo para Desenvolvimento dos Países da Bacia do Prata (Fonplata), além das contrapartidas municipais.
As sete empreiteiras responsáveis pela pavimentação da avenida foram distribuídas em dois lotes, o primeiro contou com a Cobel Construtora de Obras de Engenharia Ltda., Financial Construtora Industrial Ltda. e Encalso Construções Ltda. O segundo lote teve os trabalhos executados pelas empreiteiras Elma Engenharia, CGR Engenharia Ltda., Construções e Comércio Ltda. e Construtora Industrial São Luiz S.A.
A reportagem, de Aliny Mary Dias, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.