Para resolver o problema de tráfego na Avenida Mato Grosso com a Via Parque, os técnicos da Agência Municipal de Trânsito (Agetran) apresentaram proposta, que consiste na permanência da rotatória e a inclusão de semáforos.
Na tarde desta terça-feira (10), técnicos da Agetran se reuniram com Procuradores de Justiça, Coordenadores dos Centros de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, para discutir o reordenamento do trânsito na Avenida Mato Grosso com a Via Parque (Avenida Nelly Martins), onde existe uma rotatória e o tráfego é caótico em determinados horários do dia.
O Ministério Público de MS informou que vai realizar vistoria técnica e perícia na rotatória desse cruzamento, a fim de apurar qual, dentre as obras públicas viáveis a que melhor venha a atender à segurança pública em relação à prevenção de acidentes automobilísticos, à mobilidade urbana e celeridade do fluxo do trânsito de veículos naquele local, consideradas as peculiaridades naturais da região e outras de natureza técnica que entender cabíveis.
A proposta inicial para reordenamento da Avenida Mato Grosso, previa a retirada da rotatória existente, substituída por canteiros que abrigariam semáforos, com retirada de árvores e postes, além do alargamento da Avenida Mato Grosso para a criação de uma baía de conversão, sentido Parque dos Poderes para a Via Parque.
A nova proposta prevê a permanência da rotatória em função da macro-acessibilidade do local, utilizando ferramentas modernas de tráfego para semaforizar a rotatória, está prevista a contratação de estudo de tráfego para a região, contemplando contagem volumétrica de tráfego por 24 horas, inclusive pesquisa Origem e Destino na rotatória existente, bem como simulação de tráfego, pesquisa de velocidade e retardamento.
Além disso, a nova proposta prevê ainda a abertura semaforizada da Rua Antonio Teodorowikck com a Rua Antonio Maria Coelho; a Rua Antônio Maria Coelho com sentido duplo de circulação, com uma baía de estacionamento para que se possa permitir a livre circulação na via pública; não haverá necessidade de retirada de nenhuma árvore; implantação de acessibilidade em todo o entorno, favorecendo a travessia de pedestre; e rede semafórica com tempo fixo.