O Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul (Sinmed-MS) emitiu nota alegando estar trabalhando no limite nos postos de saúde de Campo Grande.
A entidade afirma que está “empenhada para que as decisões da prefeitura em reduzir o número de médicos, enfermeiros e todos os profissionais da área de saúde, assim como remanejamento destes para outras unidades, não prejudiquem tanto você”, consta na nota.
Ainda conforme o texto, a demora no atendimento se dá por conta do descaso do poder público por conta da “falta de medicação, falta de leito hospitalar, estrutura precária, entre outros.”
Mais médicos e MPE
Enquanto isso, a prefeitura da Capital convocou, na quinta-feira (23), mais 40 médicos para suprir a falta de profissionais no atendimento à população. No mesmo dia, o Ministério Público anunciou a abertura de inquérito para apurar a falta de profissionais em cinco Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF).
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), foi aberto cadastro reserva para médicos desde janeiro, com vagas para 346 profissionais de diversas especialidades, exatamente o número de médicos que faltam para suprir a demanda. Os inscritos estão sendo chamados gradativamente e devem ficar atentos às convocações que são divulgadas no Diário Oficial do município, com data marcada para a entrevista e apresentação de títulos.