Solução para o problema do IML de Coxim (MS) foi apresentada na tarde desta quinta-feira (7), durante reunião com a presença presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi, do prefeito de Coxim, Aluízio São José, do diretor-presidente da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Ailton Stropa Garcia, e do juiz Thiago Tanaka, da Coordenadoria da Vara de Execuções Penais (Covep), o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Sílvio Maluf, onde foi prometida a construção de um muro no local, além de melhorias e adequações.
“Há um empenho tanto da Sejusp, do legislativo estadual, como da prefeitura local para solucionar o problema. Nós já havíamos feito os levantamentos dos materiais necessários para a construção do muro, e amanhã (8) o arquiteto Fábio Alex estará na cidade fazendo as locações e orçamentos para o início das obras, solucionando assim de forma definitiva os problemas do IML de Coxim”, disse o secretário.
Durante a reunião, o diretor-presidente da Agepen anunciou também que está sendo elaborado projeto arquitetônico visando a realização de pequenas reformas, readequações e ampliação da Unidade Regional de Perícias (URPI) de Coxim. “Ainda este mês participaremos de reuniões com os Conselhos da Comunidade de Coxim, Rio Verde e São Gabriel D’oeste, com o objetivo de firmarmos parcerias para dar início às obras”, destacou Ailton Stropa.
“Esse acordo que fizemos aqui hoje, para a construção do muro no entorno do IML, separando o Instituto do prédio da Agepen e abrindo entrada de acesso para a rua, é a saída natural para resolver o problema, até que no futuro seja erguido outro prédio, em outro local”, destacou o presidente Junior Mochi.
Tanto o prédio do IML, como o da Agepen, pertenciam à Polícia Civil, sendo que quando a administração da cadeia local passou para a Agência em 2012, com a necessidade da construção de muralhas para garantir a segurança do presídio, o Instituto Médico Legal acabou isolado, gerando as demandas hoje equacionadas.
Toda a reforma e a construção do muro serão feitas com mão de obra dos internos de Coxim, que cumprem penas nos regimes aberto e semiaberto.