Para tentar amenizar o caos na saúde, a prefeitura de Campo Grande convocou, nesta terça-feira (21), mais 29 médicos temporários para atuarem nas unidades de atendimento.
Conforme publicação no Diário Oficial (Diogrande), foram convocados 19 médicos ambulatoriais clínicos gerais, 7 médicos para Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF), 1 médico ambulatorial ginecologista, 1 plantonista clínico geral de saúde mental e 1 psiquiatra infantil.
Os profissionais devem se apresentar na quinta-feira com os documentos para a convocação e posse do cargo.
Unidades em que os médicos irão atuar:
Centro de Atendimento Psicossocial;
UBS Cidade Morena;
UBS Moreninha;
UBS Estrela do Sul;
UBS Coronel Antonino;
UBS Nova Bahia;
UBS São Francisco;
UBS Lar do Trabalhador
UBS Dona Neta;
UBS Aero Rancho;
UBSF Alves Pereira;
UBSF Cohab;
UBSF Nossa Senhora das Graças;
UBSF São Conrado;
UBSF Itamaracá;
UBSF Mario Covas;
UBSF Aero Itália;
UBSF Nova Esperança;
UBSF Serradinho.
FALTA DE MÉDICOS
Conforme reportagem publicada neste domingo pelo Correio do Estado, do começo do ano até a última sexta-feira (17), 255 médicos pediram demissão na Prefeitura de Campo Grande. Entre esse número, estão os que pediram exoneração e também os convocados.
Conforme dados fornecidos pela assessoria da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), 1,2 mil médicos atuam na rede municipal de saúde.
FALTA DE MEDICAMENTOS
Inquérito do Ministério Público Estadual (MPE) constatou déficit de 27% de medicamentos essenciais nos postos de saúde da Capital. O número é considerado alarmante, segundo a promotora de Justiça Filomena Aparecida Depolito Fluminhan.
Na relação de medicamentos em situação alarmante estão os destinados a pacientes com doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial e cardiopatias.
Um processo na Justiça exige a reposição desses medicamentos, sob pena de multa de R$ 50 mil por dia da prefeitura.