Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta quarta-feira (4), mostra que 57,3% das principais rodovias do país têm alguma deficiência. O levantamento avaliou mais de 100 mil quilômetros de rodovias, incluindo toda a malha federal e os principais trechos de rodovias estaduais pavimentadas.
Em números detalhados sobre o estado geral, 6,3% das vias estavam em péssimo estado, 16,1% em estado ruim e 34,9% foram classificadas como regular. A análise indicou que 42,7% estavam em condições adequadas de segurança e desempenho, com classificação de ótimo (12,5%) ou bom (30,2%).
Segundo o levantamento, as deficiências constatadas no pavimento encarecem o transporte de carga no país em 25,8%, sendo que, em 2014, R$ 46,8 bilhões foram perdidos em razão dos problemas.
A CNT calcula que, se todas as rodovias analisadas fossem classificadas como ótimas ou boas, seria possível economizar 749 milhões de litros de óleo diesel, ou R$ 2,1 bilhões, com impacto positivo na redução de emissões de gases do efeito estufa.
A Pesquisa CNT de Rodovias está na sua 19ª edição. O estudo leva em conta as condições do pavimento, da sinalização e da geometria da via, além de apontar os pontos críticos dos trechos.
Cidades
NACIONAL
22% das estradas no país são péssimas ou ruins, diz CNT
22% das estradas no país são péssimas ou ruins, diz CNT
Oportunidade de Emprego
Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande
Inscrições gratuitas começam na segunda-feira (9); seleção exige formação em Magistério ou Normal Médio e será feita por análise de títulos.
06/11/2026 19h32
Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9). Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande
Previdência Social
INSS muda auxílio-doença e dá 10 dias para nova análise em MS
Nova regra já está em vigor e permite que segurados que tiveram o benefício negado pela análise de documentos apresentem novos laudos antes de recorrer
06/11/2026 18h31
Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
ASSINANTES