O Pronto Atendimento Integrado do município (PAI), localizado na avenida Afonso Pena, tinha se tornado referência de quem procurava por serviços pediátricos, mas com suas atividades encerradas desde anteontem, os postos de saúde voltaram a registrar superlotação no atendimento de crianças e a reclamação não é só de pacientes, mas também dos próprios médicos.
Antes mesmo do fechamento do pronto atendimento, um médico pediatra relatou ter atendido 28 pacientes em menos de 4 horas, a situação segundo ele ocorreu na última segunda-feira. Outro profissional confirmou que mais de 30 crianças passaram pelo seu consultório em 5 horas, e lembrou que antes a quantidade de atendimentos não chegava nem a metade. O profissional ainda entregou: “uma consulta deveria durar mo mínimo 30 minutos e lamentou “mas não tem condições”.
(*) A reportagem, de Anny Malagolini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.