Após o alívio na sessão anterior, o dólar voltou a subir nesta quarta-feira (6). O movimento acompanhava a valorização da moeda americana frente a outras divisas emergentes, com investidores preocupados com o crescimento da China.
A notícia de que a Coreia do Norte realizou um teste nuclear adicionava mais pressão sobre o câmbio, as Bolsas e os preços das commodities no dia.
Às 13h (de Brasília), o dólar á vista, referência no mercado financeiro, subia 0,41%, para R$ 4,028 na venda. Já o dólar comercial, utilizado em transações de comércio exterior, avançava 0,87%, também para R$ 4,028.
O Banco Central do Brasil deu continuidade nesta sessão aos seus leilões diários de swaps cambiais para estender os vencimentos de contratos que estão previstos para o mês que vem. A operação, que equivale a uma venda futura de dólares, movimentou US$ 562 milhões.
No mercado de juros futuros, os contratos operavam majoritariamente em queda na BM&FBovespa às 13h. O DI para fevereiro de 2016 caía de 14,320% a 14,315%, enquanto o DI para outubro de 2016 cedia de 15,450% a 15,365%. Já o DI para janeiro de 2021 apontava taxa de 16,090%, ante 16,250% na sessão anterior.