A prefeitura de Campo Grande vai “empurrar” a resolução de nove contratos para construção de centros de educação infantil da cidade. A maioria delas obras, que juntas custam R$ 19 milhões em recursos públicos.
Ontem, no Diário Oficial de Campo Grande, a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha), publicou 13 atos administrativos tornando sem efeito os aditivos contratuais com as empresas que começaram a construir estes Ceinfs nos anos de 2011 e 2012, os dois últimos da administração Nelson Trad Filho. Os aditivos contratuais, no entanto, foram assinados pelo atual prefeito, Alcides Bernal, em 2013, e no ano passado e em 2014, por Gilmar Olarte.
O município informou que estas obras não foram suspensas, e que o prazo de conclusão será estendido, por meio de novos aditivos que serão publicados em breve.
As obras dos centros de educação infantil que tiveram seus aditivos revogados foram o do Nascente do Segredo, de R$ 2,02 milhões, sob a responsabilidade da construtora JW; o do Jardim Noroeste, de R$ 2,04 milhões, executada pela empreiteira Flavio Boabaid Bertazzo; do Conjunto Oliveira III, de R$ 2,11 milhões, da Selco Engenharia; do Jardim Inápolis, de R$ 2,05 milhões, construído pela Pavitec; do Jardim Centenário, que custou R$ 2,14 milhões, executada pela Stenge; e o do Bairro Vespasiano Martins, de R$ 2,1 milhões, construído pela Ciacom Engenharia.
(*) A reportagem, de Eduardo Miranda e Anny Malagolini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.