A Justiça negou liberdade a Luciano Dias Lands, acusado de integrar facção criminosa PCC.
A defesa alegou que há excesso de prazo no processo, alegando que não há justificativa para tal. Alegou ainda que seu cliente não tentou retardar o processo.
O Ministério Público Estadual representa pela manutenção da prisão preventiva do acusado, alegando que a quadrilha atua em Campo Grande e outros estados do país e que a facção retoma suas atividades ilícitas como tráfico de drogas.
A desembargadora Maria Isabel de Matos Rocha esclareceu a complexidade do processo. “Eventual atraso no andamento do feito é justificável, uma vez que se trata de apuração de uma organização criminosa ligada ao PCC, estruturada supostamente por 27 acusados, com procuradores distintos, onde foi necessária a expedição de diversas cartas precatórias, o que pelas peculiaridades do feito, por certo, torna o processo complexo”, afirmou a desembargadora negando o pedido de Habeas Corpus.