A Secretaria de Estado de Saúde (SES) aguarda o resultado de 306 amostras de pessoas com suspeita de zika vírus em Mato Grosso do Sul. O último dado divulgado, de 19 de janeiro, indicou que há sete casos confirmados (seis são em Campo Grande e um em Aquidauana, 143 quilômetros da Capital).
As amostras foram enviadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Como o governo do Estado tem uma cota de 20 exames por semana, os próximos resultados devem ser divulgados na segunda semana de fevereiro.
Os dois últimos casos confirmados são de Campo Grande. A SES não tem informação de quantas pessoas com zika vírus no Estado estão grávidas.
NA CAPITAL
Em Campo Grande, duas grávidas fazem tratamento contra o zika vírus e a última suspeita de ocorrência da doença em mulher no período gestacional foi informada pelo secretário adjunto de saúde, Victor Rocha, na quarta-feira (20).
A grávida está com 37 semanas de gestação e a situação dela está sob investigação.
Todos os casos ligados ao zika são monitorados pelo Centro de Doenças Infecto-parasitárias – Hospital Dia (Cedip). No local, as gestantes são acompanhadas por equipe multidisciplinar composta por psicólogos, infectologistas e obstetras durante as fases de pré e pós-natal.
O primeiro registro ocorreu com uma jovem, de 21 anos, do Distrito de Anhanduí. Ela estava nas primeiras semanas de gestação. Já o outro foi notificado em jovem de 25 anos, com 27 semanas, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Almeida.