Aos 20 anos de idade, Fernando Benites se vê na iminência de uma transição. Após longo período de estudos, que ocuparam mais da metade de sua vida, o morador do bairro Monte Castelo, em Campo Grande, se prepara para ingressar na universidade - mais precisamente no curso de zootecnia.
Serão pelo menos mais cinco anos de salas de aulas, laboratórios e lições práticas até o diploma superior, que servirão de base para o exercício da profissão que escolheu.
Fernando é mais um em um universo de milhões de jovens no país que pretendem dar o pontapé inicial no mercado de trabalho pela via acadêmica. O momento é marcado por insegurança e dúvida diante da infinidade de opções disponíveis - com segmentos em alta ou em baixa, variações de salário base, maior ou menor oferta de vagas ou afinidade pessoal com determinadas áreas.
A diferença do valor de mensalidade entre as instituições pode chegar a 260%, na mesma graduação.
*Leia reportagem, de Jones Mário, na edição deste domingo (24) do jornal Correio do Estado.