As condições de rodagem da MS-436, no trecho entre Camapuã e Figueirão, estão precárias e o número de buracos é alto que praticamente é impossível de desviá-los em algumas partes.
O asfalto na rodovia foi inaugurado em 2013 e custou R$ 215 milhões, com uso de recursos do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BID). Ela percorre 163,4 quilômetros e serve principalmente para escoamento de produtos agropecuários.
Em setembro do ano passado, uma auditoria do governo do Estado identificou que a obra de asfaltamento não seguiu padrões de qualidade e a empreiteira Sanches Tripoloni foi acionada para que fizesse reparos. Contudo, os problemas persistem e com as chuvas, vão se agravando.
Leitora do Portal Correio do Estado, que percorreu o trajeto até Alcinópolis, 387 quilômetros de Campo Grande, neste sábado (30) fotografou os buracos. "Totalmente precária. A situação da MS-436, de Camapuã a Figueirão, continua precária", enviou na mensagem à redação.
Foi enviado questionamento para o governo do Estado sobre quando deve ser reformado os trechos danificados, mas o retorno só deve ser dado na segunda-feira (1º).