O jornal Correio do Estado nasceu no dia 7 de fevereiro de 1954 e, ao longo desses 62 anos, não se desviou do compromisso assumido, em seu editorial da primeira edição, de ser um órgão de imprensa “para todo o Estado” e com a “ambição de servir o povo de nossa terra, informando-o, indagando dos seus problemas, empenhando-se na sua solução, batendo-se por seus direitos e verdadeiros interesses”. O professor e jornalista J. Barbosa foi o timoneiro a fazer com que cada palavra fosse honrada e não se transformasse em letras mortas, sempre com apoio incondicional da esposa, a professora Henedina Hugo Rodrigues, e dos filhos José Maria Hugo Rodrigues, Marcos Fernando Hugo Rodrigues, Paulo de Tarso Hugo Rodrigues e Antonio João Hugo Rodrigues. Esse jornalismo de excelência é mantido pelos diretores Ester Figueiredo Gameiro e Marcos Fernando Alves Rodrigues.
Ao chegar às mãos do leitor, em 1954, o jornal apresentava a linha arrojada e moderna de como, a partir de então, a notícia seria levada à população. As páginas traziam informações sobre Campo Grande – melhorias e problemas –, abria espaço para divulgar assuntos dos municípios do interior, colocava a agricultura em evidência, tratava as questões políticas de maneira que a população pudesse entender suas nuances, brindava as pessoas com o entretenimento em suas páginas, oferecia momentos de reflexão e, ainda, não se esquecia dos assuntos internacionais.

No ano em que sucessos como o filme “Sabrina”, com os famosos Humphrey Bogart, Audrey Hepburn, William Holden, arrancavam suspiros no cinema e a marchinha carnavalesca “Saca-Rolha” explodia no País, o Correio do Estado também se tornava referência no então indiviso Mato Grosso. E com essa mesma visão de futuro é que surgiu o Grupo Correio do Estado com emissoras de rádio (Cultura AM e FM Canarinho, hoje Mega 94), a TV Campo Grande e, há quatro anos, o Portal Correio do Estado (www.correiodoestado.com.br). Um veículo de comunicação, 24 horas no ar, com informações virtuais a serviço da população.
Manchete
Em sua primeira edição, a manchete foi sobre a chegada de técnico encarregado da perfuração dos poços artesianos no Amambaí. Hoje, 62 anos depois, o bairro tem seis mil imóveis conectados à rede. No local, há dois reservatórios, com capacidade de armazenagem de 12 milhões de litros, que atendem a região, além de nove outras. O Correio do Estado não só faz a história, como participa ativamente dela.
