Os gastos dos municípios e do governo do Estado com o combate ao Aedes aegypti será monitorado pelo Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul.
O órgão instaurou inquérito civil que permite inspecionar como está sendo feito o investimento de recursos públicos federais para diminuir o surto do mosquito, que pode transmitir a dengue, chikungunya e vírus zika.
A medida também faz parte da participação do MPF no Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia e no Plano de Contingência ao Aedes aegypti.
"O objetivo da rede é inserir o Ministério Público Federal (MPF) no atual esforço nacional de contenção da epidemia, articulando-se com o Ministério da Saúde e com os demais órgãos governamentais das três esferas da Federação, assim como o setor acadêmico e a sociedade civil", disse o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Aurélio Rios, via assessoria de imprensa.
Procuradores também passaram a integrar, desde janeiro, o Comitê Estadual de Combate ao Vetor Aedes aegypti e a Sala de Situação de Acompanhamento do Plano Emergencial.
Ano passado, o governo estadual investiu R$ 7 milhões no combate ao mosquito, valor 24% menor do que fora gasto em 2014 (R$ 9,2 milhões).