Agentes de Saúde Pública e Agente de Combate as Endemias enfrentam situação de epidemia de dengue em Campo Grande sem o fornecimento de repelente pela secretaria Municipal de Saúde (Sesau).
A proteção está tendo que sair do próprio bolso do servidores que se expõem diretamente aos riscos de contrair as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Ao todo a prefeitura possui 652 agentes para trabalhar na prevenção de doenças, 209 de combate as endemias e 443 de saúde pública.
Até o momento, o Ministério da Saúde confirmou quatro doenças com o mesmo transmissor: dengue, febre amarela, chicungunya e zika vírus. O último teve a circulação confirmada no Brasil no final do ano passado e é apontado como um dos causadores do aumento de casos de microcefalia, uma espécie de malformação, entre recém-nascidos. As mães teriam sido infectadas pelo vírus durante a gravidez.
(*) A reportagem, de Tainá Jara, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.