Apesar da Operação Coffee Break ter esfriado no processo de análise da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) do Ministério Público Estadual (MPE), que está definindo se oferecerá a denúncia dos crimes de corrupção passiva, ativa e associação criminosa no processo de cassação do mandato do prefeito Alcides Bernal (PP), muito pode se esperar em questões de mudanças no cenário político de Campo Grande.
Os responsáveis por examinarem o material investigativo do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Oranizado (Gaeco) afirmam que o procedimento é gigantesco e por isso está difícil cogitar prazos para concluir os próximos passos do MPE.
Já os investigadores estão seguros e tranquilos com o resultado dos trabalhos e garantem que os desdobramentos da Coffee Break devem refletir na eleições municipais deste ano.
Com a análise bancária dos vereadores, políticos e empresários em mãos, muitas novidades do caso devem surgir para os cidadãos que estão vivendo a euforia de lutar contra a corrupção.
Mas a espera deve durar mais, já que o procurador geral, Humberto Brittes, deve passar a responsabilidade para o seu sucessor, que será eleito no dia 1º de abril.
Reportagem de Gabriela Couto está na edição deste domingo (27).