O ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte passou a responder por sua segunda ação civil de improbidade administrativa, a quinta ação civil ajuizada pelo Ministério Público Estadual contra atos irregulares exercidos durante o mandato dele, entre março de 2014 e agosto do ano passado. Desta vez, a acusação é pelo uso ilegal dos serviços de servidores públicos em expediente pra fins pessoais. Neste caso, foi verificado que guardas municipais realizavam segurança particular em sua residência e em sua Igreja, a “ADNA do Brasil”.
Com base nas provas levantadas pelo Ministério Público Estadual, foi concluído que o desvio de função dos servidores públicos municipais lotados na Guarda Municipal de Campo Grande ocorreu por determinação do próprio prefeito enquanto exercia o cargo. E ainda foi constatado que os servidores portavam ilegalmente armas de fogo durante os serviços ilegais de segurança pessoal do ex-administrador.
(*) A reportagem, de Anny Malagolini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.